“Sorria, você está nas Olimpíadas”. A mensagem escrita à mão num pedaço de papel e colada na porta parecia ser uma lembrança a si mesma. Era para estar ali que Simone Biles trabalhou um ano extra por causa da pandemia. Ela brindou seus milhões de seguidores – são mais de 5 milhões – com esse recado no stories do Instagram horas antes de ir à Ariake Arena, em Tóquio. Mas lá, ao pisar de novo na plataforma de salto, não conseguiu fazer o elemento esperado na mesa e desistiu da final por equipes pela sua segurança e pelo time, que levou a prata. Um dia depois, abriu mão do individual geral. O suspense continuou a cada dia. Desistiu do salto, das barras assimétricas e do solo. Na última hora, resolveu fazer a trave no último dia competição e ainda levou o bronze, sua sétima medalha olímpica.
Aquela mensagem, no entanto, também carrega o peso de que teria de fazer o sacrifício que fosse pelo privilégio de ser uma atleta olímpica prestes a fazer mais história no esporte mundial. Aos 24 anos, ela tem a experiência suficiente para saber se motivar e aos demais. Num dos dias entediantes em Tóquio, antes das competições, Biles abriu seu Instagram para responder a qualquer pergunta. Já foi logo avisando: não gosta de opiniões não solicitadas nem de que sempre falem o quanto ela é baixinha – 1,42 -, como se ela não soubesse.
Simone Biles declarou que preocupações com sua saúde mental a levaram a abandonar a final por equipes na Olimpíada de Tóquio. Foto: MIKE BLAKE / REUTERSA atleta revelou que sofre períodos de ansiedade e depressão desde a vitória no US Open Foto: TIZIANA FABI / AFPO ex-nadador Michael Phelps revelou, em 2018, que luta contra a depressão e pensou em suicídio depois de Londres-2012 Foto: Pedro Kirilos / Agência O GloboO ginasta brasileiro contou em sua autobiografia, lançada em 2019, que sofreu uma crise de depressão profunda após os Jogos de Londres-2012 Foto: Marcelo Carnaval / Agência O GloboAntes de ser campeã olímpica, a judoca teve de superar uma crise de depressão após a eliminação nos Jogos de Londres-2012 e as ofensas racistas recebidas nas redes sociais. Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo
Após poucos meses de contrato, o atacante Nilmar deixou o Santos, há quatro anos, ao se ver acometido por uma crise de depressão. Foto: Ivan Storti / DivulgaçãoApós quebrar a mão duas vezes e não poder jogar basquete, Kevin Love viveu um período de depressão profunda. Em 2017, ele sofreu um ataque de pânico durante um jogo. Foto: ETHAN MILLER / AFPO jogador do San Antonio Spurs, da NBA, declarou em 2018, num evento, que sofria de depressão Foto: Gregory Shamus / AFPO tenista australiano Nick Kyrgios, de 25 anos, contou que lutava contra a depressão em meio à corrida do circuito da ATP Foto: Casey Sykes / AFPO jogador Adriano Imperador chegou a passar por acompanhamento psicológico para tratar da depressão. Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Contou que levou pouco mais de um ano para acertar o Yurchenko Duplo Carpado – o salto que só homens fizeram e que ela faria na apresentação sobre a mesa. Precisava acreditar em si para fazer o elemento extremamente difícil, e alertou ao fã que nada viria de forma fácil. A outro, explicou que não há uma fórmula para se tornar mais confiante. Cada um encontrará o próprio jeito, mas é necessário fazer coisas que podem ser assustadoras e lhe tirem da zona de conforto.
De certa forma, foi exatamente o que Biles fez. Assim como precisa coragem para voar a mais de três metros de altura, também é necessário coragem para dizer não. Para afirmar que não estava mais confiante dentro de um ginásio, independentemente do que os outros diriam. E reconhecer que não colocaria a vida em risco por mais uma medalha de ouro.
? É um posicionamento histórico. Aquela frase (postada pela ginasta) me vem muito num sentido de “você não pode estar triste, você está aonde muitos gostariam de estar. Então, ignore seu sofrimento, passe uma imagem positiva e ganhe. E existe a questão de assumir que não está bem, mas é acima disso. Ela liderou a competição até então, já mostrava que poderia ganhar e mostra sua grandeza como uma das grandes de todos os tempos. Ela sair nesse momento é abrir um espaço para uma discussão que vai além da ginástica e impacta no alto rendimento esportivo ? analisa Victor Cavallari, especialista em psicologia do esporte.
Ela sabe o que muitos diriam da sua decisão e estão dizendo nas redes sociais. Naquele momento de interação com os fãs no quarto da Vila Olímpica, confessou o que queria que as pessoas soubessem sobre ela: “Eu sou humana e tenho sentimento também. É fácil vomitar ódio em mim nas minhas plataformas, mas estamos aqui apenas tentando fazer nosso melhor”.
A humanidade de Biles também consiste em escancarar os problemas de saúde mental no ambiente de alta performance. Não à toa, uma das recomendações de filme aos fãs foi o documentário sobre Naomi Osaka, outra super atleta que, recentemente, abandonou o Grand Slam de Roland Garros por motivo semelhante.
Poderia ter recomendado “Atleta A”, documentário sobre o chocante caso de abusos sofridos pelas ginastas americanas, incluindo Biles, pelas mãos do então médico da confederação americana de ginástica Larry Nassar, condenado a mais de 300 anos de prisão. Após o episódio, ela aprendeu a usar sua voz. Reverberou no ambiente digital os desmandos na confederação de ginástica, que acobertou o caso Nassar. Dirigentes caíram por causa das palavras da campeã, que cobrou atitudes internas. O local de treino onde médico abusava das meninas, o Karolyin Ranch, teve o contrato encerrado dias depois da sua contundente declaração pública.
Nas publicações mais recentes nos stories da atleta, ela replicou palavras de apoio que recebeu de diversas personalidades do meio. A campeoníssima Nadia Comaneci e o maior medalhista olímpico, o nadador americano Michael Phelps, saíram em defesa da atleta. Ex-ginastas também exaltaram a atitude dela, como a americana Nastia Liukin e a técnica Andrea Orris, que fez alusões a tudo pelo que ela passou, no post reproduzido abaixo:
“Estamos falando da mesma garota que foi molestada pelo médico da equipe durante toda a sua infância e adolescência,que ganhou o campeonato mundial com pedra nos rins, colocou seu corpo em um ano extra de treinamento durante a pandemia, adicionou tanta dificuldade às suas rotinas que os juízes literalmente não sabem como avaliar suas habilidades (porque) estão muito à frente de seu tempo. Tudo isso enquanto mantém suas responsabilidades com seus contratos comerciais, a mídia, vida pessoal, etc. E algumas pessoas ainda dizem: ‘Simone Biles é mole. Ela é uma desistente.’ Essa menina suportou mais traumas aos 24 anos do que a maioria das pessoas jamais passará na vida”.
Simone Biles em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: LINDSEY WASSON / REUTERSSimone Biles em sua única apresentação na final por equipes. Foto: MARTIN BUREAU / AFPBiles no pódio com a equipe americana de ginástica, que ganhou a prata. Foto: LOIC VENANCE / AFPBiles em sua apresentação nas barras assimétricas durante as classificatórias. Foto: LOIC VENANCE / AFPBiles se preparando para iniciar sua apresentação nas classificatórias da barra de equilibrio. Foto: MIKE BLAKE / REUTERS
Apresentação de Biles na trave de equilíbrio nas classificatórias. Foto: LOIC VENANCE / AFPGinasta Simone Biles no salto sobre cavalo nas classificatórias. Foto: ANTONIN THUILLIER / AFPBiles em apresentação no solo durante classificatórias. Foto: PAWEL KOPCZYNSKI / REUTERSParte da coreografia de Simone Biles na apresentação de solo das classificatórias. Foto: LIONEL BONAVENTURE / AFPSimone Biles em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: LINDSEY WASSON / REUTERS
Simone Biles em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: DYLAN MARTINEZ / REUTERSSimone Biles em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: LOIC VENANCE / AFPSimone Biles em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: DYLAN MARTINEZ / REUTERSSimone Biles em ação nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: MARTIN BUREAU / AFP
Lutas caras à ginasta
Desde então, Biles tem encampado algumas lutas que lhe são caras, como o apoio ao Black Live Matters e ao movimento LGBTQIA+, além de pedir voto para o democrata Joe Biden nas últimas eleições. Sonha, no futuro, poder ter certeza de que todas as crianças em orfanatos e lares adotivos estejam seguras e bem cuidadas. Assim como ela própria tem sido desde que foi adotada pelo avô materno Ron e a mulher dele Nellie, aos três anos.
? As situações retratadas lá podem ajudar a entender um cenário de muito sofrimento psicológico das atletas da ginástica americana…Esse alerta para a saúde mental está sendo dado há décadas. Mas vem sistematicamente sendo ignorados pelas instituições. Por exemplo, há uma sala de preparação mental da delegação brasileira. Com estrutura, profissionais excelentes, mas isso é pra ponta do iceberg. É algo estrutural mesmo, cultural. Criou-se uma ambiente esportivo de alto rendimento que não é saudável ? diz o psicólogo.
Biles encontra pouso seguro, para tentar se blindar do ambiente por vezes tóxico, na família, nas amigas de seleção e no namorado, o jogador da NFL Jonathan Owens, do Houston Texans, com quem começou a namorar após trocar mensagens pelo Instagram, sempre ele. No Japão, encontra apoio das companheiras de equipe, sobretudo de Jordan Chiles, considerada uma amiga-irmã pela ginasta e presença constante em suas publicações. Lá em Tóquio, as ginastas fizeram a própria cerimônia de abertura na Vila Olímpica – a seleção não desfilou para evitar aglomerações por causa da Covid-19 e por que tinha treino, como explicou aos internautas.
Todas abraçaram a decisão da companheira, que sofreu durante a apresentação delas na final por equipes e em todas as outras finais individuais. O sorriso no pódio, com a medalha de prata, e a dancinha com Jordan mostram uma Biles satisfeita por estar ali, mas não bem o suficiente para cravar seus mortais e girar inúmeras vezes no ar. Ela sabe o quão perigoso é perder a orientação espacial e não conseguir acertar os saltos. Explicou detalhadamente, numa sequência de stories com imagens depois apagadas para não dar munição aos técnicos adversários, o que são os “twisties”, quando a ginasta se perde no ar.
A família a acompanha virtualmente. No dia da classificatória, lá estavam eles da sala de casa, no Texas, vendo Biles conquistar as vagas nas finais por uma pequena tela colocada na lateral do ginásio. No namorado, que comemorou 26 anos na última semana e ganhou muitas declarações de amor da ginasta nas redes sociais, encontrou um mundo novo. Fora da ginástica e da fama. Apesar de ser atleta, e compreender as limitações impostas a uma esportista de alto rendimento, Owens se encantou por uma ginasta que, por acaso, também vive no Texas. Não sabia quem ela era, muito menos que era famosa. Desconfiou quando viu seus milhões de seguidores no Instagram, mas só acreditou quando ela foi reconhecida na rua. Hoje, ele demonstra apoio incondicional às decisões da namorada celebridade.
Nadando em ótima companhia, Ana Marcela Cunha conquista ouro na maratona aquática em Tóquio Foto: Jonne Roriz / COBIngrid Oliveira não conquistou uma vaga entre as 18 primeiras classificadas e não avançou à semifinal dos saltos ornamentais Foto: ATTILA KISBENEDEK / AFPO brasileiro Yuri Mansur termina a prova dentro do tempo, mas comete duas faltas e não consegue classificação para disputar medalhas Foto: Behrouz MEHRI / AFPFernanda e Ana Barbachan se despedem de Tóquio na 9ª colocação da na classe 470 feminina Foto: Ivan Alvarado / REUTERSO brasileiro Thiago Braz conquistou a medalha de bronze no salto com vara em Tóquio Foto: BEN STANSALL / AFP
Alison dos Santos conquistou o bronze nos 400m com barreiras Foto: LUCY NICHOLSON / REUTERSCom a marca de 21,31 metros em seu segundo arremesso, o brasileiro Darlan Romani garantiu vaga na disputa por medalha na do arremesso de peso Foto: DYLAN MARTINEZ / REUTERSA seleção masculina de futebol garantiu sua participação em mais uma final olímpica após uma partida difícil contra o México, decidida nos pênaltis Foto: MARTIN BERNETTI / AFPRafael Pereira na disputa dos nos 110m com barreiras. Ele e o também brasileiro Gabriel Constantino avançaram às semifinais da categoria Foto: LUCY NICHOLSON / REUTERSAbner Teixeira ficou com o bronze após derrota para o cubano Julio César La Cruz na semifinal da categoria peso-pesado de boxe Foto: LUIS ROBAYO / Pool via REUTERS
A brasileira Flavia Saraiva ficou em 7º na final da trave de equilíbrio. Ela teve grandes desequilíbrios que custaram pontos importantes. Com a nota de 13.133, ficou fora do pódio Foto: MIKE BLAKE / REUTERSBeatriz Ferreira venceu Raykhona Kodirova, do Uzbequistão, e garantiu terceira medalha do boxe nesta edição Foto: LUIS ROBAYO / AFPAs brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram o ouro na vela, classe 49erFX, e se tornaram bicampeãs olímpicas Foto: CARLOS BARRIA / ReutersA dupla Ana Patrícia e Rebecca perdeu para a Suíça por 2-1 e está eliminada da Olimpíada Foto: DANIEL LEAL-OLIVAS / AFPPor 3 sets a 0, a seleção feminina de vôlei venceu a equipe do Quênia e confirmou a liderança no grupo. As meninas enfrentam a Rússia nas quartas de final Foto: VALENTYN OGIRENKO / REUTERS
Alison e Álvaro vão às quartas no vôlei de praia de pois de vencer, por 2 sets a 0, os mexicanos Gaxiola e Rubio Foto: PILAR OLIVARES / REUTERSNão deu para Caio Souza. Brasileiro apresentou dois saltos complexos na final do salto. No primeiro, deu um passo largo na chegada; no segundo, acabou caindo sentado. A nota de 13.683 não deu ao brasileiro chance de medalha Foto: LOIC VENANCE / AFPRebeca Andrade levou o "Baile de Favela" para o ginásio Ariake, em Tóquio, mas um erro no primeiro salto não permitiu a brasileira conquistar mais uma medalha. Ela terminou a final em quinto lugar Foto: LIONEL BONAVENTURE / AFPArthur Zanetti deixou os Jogos de Tóquio sem medalha. O brasileiro fez uma série sólida, mas errou na aterrissagem, ficando com nota de 14.133 Foto: LOIC VENANCE / AFPA dupla brasileira Evandro e Bruno do vôlei de praia perdeu para a Letônia por 2 sets a 0. Após essa derrota, eles se despedem dos Jogos de Tóquio Foto: DANIEL LEAL-OLIVAS / AFP
No tênis de mesa, Vitor Ishiy e Gustavo Tsuboi foram eliminados pelos sul-coreanos Lee Sang-Su e Jeoung Young-Sik por 3 a 0, pelas quartas de final do torneio por equipes masculino Foto: LUISA GONZALEZ / REUTERSA seleção feminina de handebol perdeu para a França por 29-22 e está eliminada das Olimpíadas Foto: FRANCK FIFE / AFPÉ ouro! Rebeca Andrade conquistou a medalha dourada no salto e se tornou a primeira brasileira a ganhar duas medalhas numa única edição Foto: LOIC VENANCE / AFPO brasileiro terminou em primeiro na semifinal dos 400m com barreira, e garantiu com sobras a vaga na decisão Foto: JEWEL SAMAD / AFPA seleção brasileira de handebol masculino perdeu para a Alemanha por 29 a 25, encerrando sua participação na Olimpíada de Tóquio Foto: SIPHIWE SIBEKO / REUTERS
Laura Pigossi e Luisa Stefani faturaram a primeira medalha olímpica do tênis brasileiro na história. A dupla conquistou o bronze ao vencer, numa virada emocionante, as tenistas Veronika Kudermetova e Elena Vesnina , do comitê russo Foto: YARA NARDI / REUTERSDeu Brasil sobre a Sérvia no vôlei feminino. As meninas venceram por 3 sets a 1 e vai à liderança da categoria. A seleção volta à quadra na próxima segunda-feira (2), pela última rodada da fase de grupos. O adversário é o Quênia Foto: CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERSO boxeador Wanderson de Oliveira venceu o bielorusso Dzmitry Asanau por decisão dividida (3 a 2) e avançou às quartas de final da categoria leve Foto: UESLEI MARCELINO / AFPA seleção brasileira feminina de handebol foi derrotada pelas suecas por 33 a 31. As brasileiras fizeram um jogo de igual pra igual contra a líder do grupo. Elas voltam à quadra no domingo e precisam vencer na última rodada para seguir nos Jogos de Tóquio Foto: DANIEL LEAL-OLIVAS / AFPNo lançamento de disco, a brasileira Izabela da Silva conseguiu lugar na final, com a 12ª melhor marca das classificatórias, 61,52m Foto: DYLAN MARTINEZ / REUTERS
Na natação, o brasileiro Bruno Fratus garantiu lugar na final dos 50m livre Foto: FRANCOIS-XAVIER MARIT / AFPAs brasileiras do vôlei de praia Ana Patrícia e Rebecca perderam para as nortes-americanas Kelly Claes e Satah Sponcil por 2 sets a 1. Com a derrota, a dupla ficou em terceiro lugar no Grupo D e terá de jogar a repescagem para conseguir a vaga nas quartas de final dos Jogos Olímpicos Foto: LOIC VENANCE / AFPNo tiro com arco, Marcus Vinicius D?Almeida se despede de Tóquio. Pontuando 9, 8 e 8, o brasileiro perdeu a bateria contra o italiano Mauro Nespolim, que fez 10, 10 e 9 Foto: CLODAGH KILCOYNE / REUTERSAlison dos Santos avançou às semifinais dos 400m com barreiras marcando o segundo melhor tempo: 48,42 segundos Foto: INA FASSBENDER / AFPApós jogo duríssimo decidido nos pênaltis, a seleção feminina de futebol está fora dos Jogos de Tóquio. As canadenses avançaram às semifinais Foto: AMR ABDALLAH DALSH / REUTERS
Abner Teixeira vence por 4 a 1 e avança à semifinal no boxe. O resultado já garante o bronze ao brasileiro Foto: BUDA MENDES / REUTERSA baiana Beatriz Ferreira venceu sem grandes dificuldades a pugilista Shih-yi Wu, de Taiwan, e garantiu presença nas quartas de final da categoria peso leve (até 60kg) Foto: BUDA MENDES / AFPPedro Gonçalves, o Pepê, terminou em 11º a prova semifinal de canoagem slalom, ficando fora da final Foto: STOYAN NENOV / REUTERSO baiano Keno Marley não garantiu o bronze no boxe, na categoria meio-pesado. Apesar do desempenho excelente, arbitragem deu vitória para Benjamin Whittaker, da Grã-Bretanha. O pugilista brasileiro, de 21 anos, se despede dos Jogos de Tóquio Foto: BUDA MENDES / AFPA seleção masculina de vôlei venceu os EUA por 3 sets a 1 Foto: ANTONIN THUILLIER / AFP
Alison e Alvaro venceram por 2 sets a 0 os holandeses Brouwer e Meeuwsene avançam para as oitavas do vôlei de praia masculino Foto: PILAR OLIVARES / REUTERSRebeca Andrade, com sua apresentação ao ritmo de "Baile de Favela", conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ela é a primeira ginasta brasileira a conquistar medalha em Jogos Olímpicos Foto: LOIC VENANCE / AFPA dupla Ágatha e Duda, do vôlei de praia feminino, avança para oitavas de final após derrotar as canadenses Bansley e Brandie por 2 sets a 0 Foto: PILAR OLIVARES / REUTERSAs brasileiras do vôlei de quadra bateram as japonesas por 3 sets a 0. Foto: VALENTYN OGIRENKO / REUTERSA dupla brasileira no tênis Luisa Stefani e Laura Pigossi perdeu para as suíças Bencic e Golubic por 2 sets a 0 nas semifinais das duplas femininas, com parciais. As brasileiras ainda têm chance de bronze contra Kudermetova e Vesnina, do Comitê Olímpico Russo Foto: EDGARD GARRIDO / REUTERS
A judoca gaúcha Mayra Aguiar conquistou seu terceiro bronze em Jogos Olímpicos ao derrotar a coreana Hyunji Yoon na categoria até 78kg e se tornou a primeira mulher a faturar três medalhas em esportes individuais pelo Brasil Foto: FRANCK FIFE / AFPO Brasil sofreu derrota no handebol. A Espanha impôs um placar de 32 a 25 nos brasileiros, que agora ficam de olho no jogo entre França e Alemanha para tentar manter as chances de classificação às quartas de final Foto: GONZALO FUENTES / REUTERSApós conquistar a primeira vitória brasileira no badminton na história dos Jogos, Ygor Coelho não resistiu ao japonês Kanta Tsuneyama e ficou fora da próxima fase Foto: LINTAO ZHANG / Pool via REUTERSMarcus D'almeida avança no tiro com arco depois de vencer o holandês Sjef van der Berg, por 7 sets a 1. Ele se tornou o primeiro brasileiro a chegar nas oitavas de final da categoria em uma Olimpíada Foto: ADEK BERRY / AFPNa canoagem, Ana Sátila se classificou na semifinal, após terminar sua descida em 120.46 segundos Foto: LUIS ACOSTA / AFP
Maria Portela (branco) foi eliminada dos Jogos de Tóquio, após receber um terceiro shido por falta de combatividade na luta contra Medina Taimazova Foto: SERGIO PEREZ / REUTERSNo vôlei de praia feminino, a dupla Ana Patrícia e Rebecca perdeu para as letãs Tina Graudina e Anastasija Kravcenoka por 2 sets a 1. As brasileiras ainda seguem na disputa e efrentará os EUA Foto: JOHN SIBLEY / REUTERSO baiano Keno Marley vai às quartas de final após vencer o chinês Chen Daxiang na categoria meio-pesado do boxe masculino Foto: FRANK FRANKLIN II / AFPA brasileira Fabiana Silva, no badminton feminino, perdeu os dois sets para a norte-americana Baiwen Zhang e se despede de Tóquio Foto: ALEXANDER NEMENOV / AFPNão foi dessa vez. Léo de Deus não subiu ao pódio olímpico da natação nos 200m borboleta. O brasileiro terminou em 6º lugar, e o ouro ficou com húngaro Kristof Milak; a prata, com o o japonês Honda Tomoru; e o bronze, com Federico Burdisso, da Itália. Foto: KAI PFAFFENBACH / REUTERS
A seleção feminina de futebol venceu a Zâmbia por 1 a 0 nesta terça e vai enfrentar o Canadá nas quartas de final Foto: AYAKA NAITO / AFPAs meninas do vôlei de quadra venceram as dominicanas por 3 sets a 2 Foto: ANTONIN THUILLIER / AFPItalo Ferreira fez história e se tornou o primeiro medalhista de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio Foto: LISI NIESNER / REUTERSO nadador Fernando Scheffer conquistou a primeira medalha brasileira na Natação nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O atleta garantiu o bronze nos 200m livre Foto: FRANCOIS-XAVIER MARIT / AFPO brasileiro Abner Teixeira venceu o britânico Cheavron Clarke nas oitavas de final do boxe, na categoria até 91kg Foto: UESLEI MARCELINO / AFP
Nas oitavas de final do tênis de mesa, não deu para Gustavo Tsuboi. O brasileiro foi derrotado por Lin Yun-Ju, de Taiwan, por 4 a 2 Foto: LUISA GONZALEZ / REUTERSA brasileira Ana Sátila, após descida em menor tempo da neozelandesa Luuka Jones, vice-campeã olímpica na Rio-2016, ficou de fora dos 10 melhores tempos e perdeu a vaga na final da canoagem slalom K1. Ela terminou na 13ª colocação Foto: CHARLY TRIBALLEAU / AFPNo judô, a brasileira Ketleyn Quadros foi derrotada pela veterana holandesa Juul Franssen na repescagem e perdeu a chance de disputar o bronze na categoria até 63kg Foto: JACK GUEZ / AFPA dupla Evandro e Bruno garantiu vitória sobre os marroquinos Abicha e Elgraoui por 2 sets a 0 na segunda rodada do vôlei de praia. O resultado coloca os brasileiros na classificação para as quartas de final Foto: PILAR OLIVARES / REUTERSA equipe brasileira masculina de vôlei aplicou uma virada sensacional sobra a argentina, que chegaram a abri 2 sets de vantagem. A selação enfrenta a Rússia na quarta-feira (28) Foto: CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERS
O brasileiro Leonardo de Deus fez seu melhor tempo e passou para as semifinais nos 200 metros borboleta. O nadador volta ára a água na noite desta segunda-feira, a partir das 22h30, horário de Brasília Foto: CBDAA brasileira Milena Titoneli, de 22 anos, na disputa pelo bronze no taekwondo. Acabou perdendo para a marfinense Ruth Gbagbi por 12 a 8. Estreante em Olimpíadas, Milena passou por repescagem para chegar à disputa do bronze Foto: JAVIER SORIANO / AFPNo box, Jucielen Romeu, que disputava a categoria feminina até 57 kg, foi superada nas oitavas de final pela britânica Kariss Artingstall Foto: UESLEI MARCELINO / REUTERSO brasileiro Henrique Avancini, aposta de medalha para o Brasil, terminou em 13º no ciclismo mountain bike. Ele chegou a liderar na primeira volta, mas perdeu o fôlego a partir da segunda e foi caindo de posição. Foto: MATTHEW CHILDS / REUTERSO surfista brasileiro Gabriel Medina, assim como Ítalo Silva, está na disputa das quartas de final, que acontece por volta de 19h36 e 20h12 (horário de Brasília) desta segunda-feira (26) Foto: OLIVIER MORIN / AFP
A brasileira Silvana Lima cai na água contra Carissa Moore, pelas quartas de final no feminino, às 22h36 desta segunda-feira (26) Foto: POOL / Pool via ReutersNo badminton simples feminino, Fabiana Silva perdeu em sua estreia na fase de grupos. Ela foi derrotada nos dois sets pela ucraniana Maria Ulitina. Foto: ALEXANDER NEMENOV / AFPRayssa Leal, de 13 anos, conquistou prata no Street Feminino e se torna a medalhista mais jovem do Brasil nos Jogos Foto: JEFF PACHOUD / AFPRayssa Leal durante a competição de skate street nos Jogos Olímpicos de Tóquio; ela foi prata Foto: JEFF PACHOUD / AFPO judoca gaúcho Daniel Cargnin derrotou o israelense Baruch Shmailov na categoria masculina até 66kg e conquistou a medalha de bronze Foto: SERGIO PEREZ / REUTERS
A dupla Ana Patrícia e Rebecca, que estreiou no volêi de praia contra as Makokha e Khadambi. Vitória das brasileiras por 2 sets a 0 Foto: JOHN SIBLEY / REUTERSÉ prata! O skatista Kelvin Hoefler garantiu a primeira medalha para Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. Foto: JEFF PACHOUD / AFPKelvin Hoefler, 27 anos, ficou com 36,15 na final olímpica e escreveu seu nome no primeiro pódio olímpico do skate Foto: TOBY MELVILLE / REUTERS
No amor, Biles diz ter encontrado a rede segura que estará lá quando cair. Talvez, neste momento, o lugar preferido dela não seja num ginásio. Mas ao lado de Owens numa praia paradisíaca na Tailândia, de férias, degustando Kiwi dourado e apreciando uma mimosa. Seus 5,4 milhões de seguidores sabem do que se trata.